ONCE UPON A TIME... The two most important lessons I learned about designing ideas. / As duas lições

I remember like it was yesterday, I was at the design museum in London, it was more or less in 1998. There was an exhibition of the most famous chairs of design history. And suddenly there it was, the chair I had designed a few years before!

Panton Chair, created by Verner Panton in the 60's.

You've probably been through this, seeing an idea you had materialized and then think, damn, I should have done it before!

Except that, in that case, I had no chance, the Verner stepped forward even before I was born. Damned!

The lesson of the story you already know. Do not wait, make a point of bringing the idea from your head, paper or computer to the real world, find a way to make it real at all.

This is the first lesson: just do it. Make your idea happen, even if it is just a prototype.

To find a chair exactly the same as the one I had designed in some of my notebooks of ideas was a shock. And at the same time it was a huge incentive because it made me believe that if I had been the one who created it, produced, sold, etc., perhaps it was my name in the credits in the museum. From this day forward I never let my ideas frozen in the world of imagination. I always looked for a way to put them into practice, whatever the cost. And often, the cost was high, and I'm not speak of the financial cost, but the moral, emotional, and so on. But that story is for another post because I still have to tell the second lesson.

Many years passed by, many ideas emerged and many of them came true.

Especially from 2010 to 2014 I managed the Marboh Idea Design dedicating myself to develop creative ideas (innovative) and turning them into strategic projects for other companies. And yes, I put them into practice. There were dozens of prototypes, numerous presentations, countless meetings with companies such as Cyrela Goldstein, Vonpar, Coca-Cola, Renner, CeA, PepsiCo, Heineken, Iguatemi, Zaffari, CDL, Ritter, Unilever, Claro, Oi, Banrisul, Mormaii, Panvel, Kley Hertz, Agrale, Aurora, Salton, Ibravin, Bettanin, Credeal, Bibi, Redbull, RBS and with agencies such as Y & R, Wieden + Kennedy, Escala, Dez, DM9, Matriz, Safari, Nó, Inside Direct, Ag2 and more.

Unfortunately, many of the projects did not end up hitting the streets. Because of this, so few people heard about the potential of the ideas that was developed, studied, tested and prototyped. And very few knew of all the work that took place behind the scenes. Because, until then, I had not considered that sharing of the whole process could be incredibly positive, both for me and for the team engaged on those projects, as for others who are interested in the development and application of innovative ideas.

And this is the second lesson: show to the world what you are doing. Share your dreams from its birth, through its development and over all the obstacles to its implementation. Perhaps you won't be able to make it. So, at least, it will generate good insights and learnings.

You may have guessed that this is the reason for this blog.

So welcome to accompany this adventure in the world of ideas and the exciting challenge of making them happen.

Lembro-me como se fosse ontem, eu estava no museu do design em minha primeira viagem para Londres, mais ou menos em 1998. Havia uma exposição das cadeiras mais famosa da história do design. E, de repente lá estava ela, a cadeira que eu havia desenhado alguns anos antes!

Panton Chair, criada por Verner Panton nos anos 60.

Provavelmente você já tenha passado por isso, ver uma ideia que você teve materializada e aí pensar, putz, devia ter feito isso antes!Só que neste caso eu não tive chance, o Verner se adiantou antes mesmo de eu ter nascido. Dammned!

A lição desta história vocês já sabem. Não espere, dê um jeito de trazer a ideia da sua cabeça, do papel ou do computador para o mundo real, dê um jeito de torná-la real. Esta é a primeira lição que aprendi na marra: meta a mão e faça a sua ideia acontecer, mesmo que seja apenas um protótipo. Sabe o slogan da Perestroika, pois é, vai lá e faz!

Ver aquela cadeira exatamente igual a que estava desenhada em um dos meus blocos de ideias foi um baita choque. E ao mesmo tempo foi um imenso incentivo pois me fez supor que, se eu a tivesse criado, vendido, etc, quem sabe fosse o meu nome ali nos créditos. Daquele dia em diante nunca mais deixei minhas ideias suspensas no mundo da imaginação. Sempre busquei uma forma de colocá-las em prática, na rua, nas lojas, custasse o que custasse. E, muitas vezes, o custo foi bem alto, e nem falo do financeiro mas do moral, do emocional e por aí vai. Mas essa história fica para um próximo post pois ainda tenho que contar a segunda lição.

Passaram-se os anos e muitíssimas ideias surgiram e muitas que valiam a pena viraram realidade. Contudo, de uns anos para cá, em especial nos últimos 4 em que geri a Marboh Idea Design, me dediquei a desenvolver projetos estratégicos para realização de ideias criativas (inovadoras) para outras empresas. E sim, os coloquei em prática. Foram dezenas de protótipos, inúmeras apresentações, incontáveis reuniões com empresas como Cyrela Goldstein, Vonpar, Coca-Cola, Renner, CeA, Pepsi Co., Heineken, Iguatemi, Zaffari, CDL, Ritter, Unilever, Claro, Oi, Banrisul, Mormaii, Panvel, Kley Hertz, Agrale, Aurora, Salton, Ibravin, Bettanin, Credeal, Bibi, Redbull, RBS e com agências como Y&R, Wieden+Kennedy, Escala, Dez, DM9, Matriz, Zeppelin, Safari, Nó, Inside Direct, Ag2 e muito mais.

Lamentavelmente, muitos dos projetos acabaram não ganhando as ruas e assim pouca gente ficou sabendo do potencial das ideias que foram desenvolvidas, estudadas, testadas e prototipadas. E pouquíssimos souberam de todo o trabalho que ocorreu nos bastidores. Porque até então eu não havia considerado que compartilhar todo o processo poderia ser incrivelmente positivo, tanto para mim e para o time evolvido nos projetos, quanto para outras pessoas que tem interesse no desenvolvimento e aplicação de ideias inovadoras.

E esta é a segunda lição: mostre para o mundo o que você está fazendo. Compartilhe o seu sonhos do nascimento passando pelo desenvolvimento e por todos os obstáculos até sua concretização, ou não, o que também irá gerar bons insights e aprendizados.Você já deve ter adivinhado que esta é a razão deste blog.Então seja bem-vindo para acompanhar essa aventura no mundo das ideias e o excitante desafio de fazê-las acontecerem.

Marcelo Bohrer

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#myhistory #howitworks #marbohid

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